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O capital está morto

“Não é capitalismo, não é neoliberalismo – e se for algo pior?”

O capital está morto é um livro radical e visionário. McKenzie Wark argumenta que a informação deu poder a um novo tipo de classe dominante, a classe vetorialista. Por meio da propriedade e do controle da informação, esta classe emergente domina não apenas o trabalho, mas também o capital – da maneira que tradicionalmente o compreendemos.

Não são apenas as empresas de tecnologia como a Amazon e o Google, que podem dominar toda a cadeia de produção com a propriedade de nada além de suas próprias marcas, patentes, copyrights e sistemas logísticos, mas também outras, como Walmart e Nike.

Enquanto entusiastas da utopia tecnológica celebram estas inovações, bradando serem melhorias do capitalismo, para a classe trabalhadora – e para o planeta – essas mudanças são cada vez mais terríveis.

Esta nova classe dominante usa os poderes da informação para burlar qualquer obstáculo levantado pelos movimentos trabalhistas e sociais. Então, como encontrar uma saída? O capital está morto oferece não apenas ferramentas teóricas para analisar este novo mundo, mas formas de mudá-lo.

Com base no pensamento de um surpreendente espectro de teóricos clássicos e contemporâneos, Wark propõe uma visão esclarecedora e genuína da condição contemporânea e das forças de classe emergentes que a controlam e a contestam.

Ficha técnica

Título: O capital está morto
Autora: McKenzie Wark
Coordenação Editorial: Amanda Spadotto, Marília Jahnel, Caio Valiengo, Renata Del Vecchio, Fabiana Gibim, Rodrigo Correa e Alex Peguinelli.
Tradução: Dafne Melo
Capa&Diagramação: Rodrigo Correa
Preparo: Fabiana Gibim
Revisão: Alex Peguinelli
Ano: Setembro de 2022
Páginas: 232
Tipo: Brochura
Formato: 13,5x21cm
Peso: 60g