CAMISETA DISPONÍVEL APENAS NA PRÉ-VENDA – ENTREGAS A PARTIR DE 05 DE MAIO
Essa camiseta, com ilustrações do artista Waldomiro Mugrelise, é parte da campanha do livro Babilônia em chamas – Subcultura e antifascismo, 1958–2020, de Rick Blackman, e foi criada para estimular os apoios para o financiamento da publicação.
A contribuição com a campanha dá direito a um cupom de desconto de 50% para a compra da camiseta. Se você já apoiou e não recebeu o cupom, envie um e-mail para [email protected] solicitando o seu.
Sobre a camiseta:
Confeccionada com fio 30/1
Especificações das Medidas (aproximadas – variação de até 5%):
P: Altura: 72cm Largura: 52cm
M: Altura: 74cm Largura: 54cm
G: Altura: 76cm Largura: 56cm
GG: Altura: 78cm Largura: 58cm
EXG: Altura: 82cm Largura: 69cm
Sobre Babilônia em chamas:
Nos escombros do pós-guerra britânico, enquanto o império ruía e novas ondas migratórias transformavam o tecido social do país, a extrema-direita encontrava combustível para reorganizar seu discurso racista e nacionalista. Dos motins de Notting Hill em 1958 ao crescimento da National Front nas décadas seguintes, a retórica do “Keep Britain White” ecoava nas ruas, explorando o medo, a precarização e o ressentimento social.
A resposta que veio a seguir, não foi apenas da esquerda institucional ou dos panfletos partidários, mas também da juventude mobilizada em organizações que tinham na música um campo de batalha.
Nos anos 1950, a Stars Campaign for Interracial Friendship reuniu artistas do jazz e do folk em defesa da convivência interracial. No final dos anos 1970, quando a crise econômica e o avanço da National Front ameaçavam ganhar as ruas, o Rock Against Racism transformou palcos em trincheiras culturais. Bandas como The Clash, Steel Pulse, The Ruts, X-Ray Spex colocaram milhares de jovens lado a lado para afirmar uma cultura insurgente e antifascista. Já no século XXI, diante da nova extrema-direita e do British National Party, o Love Music Hate Racism retomou essa tradição com nomes como Billy Bragg, Asian Dub Foundation e diversos coletivos da cena grime e hip-hop.
Ao revelar a íntima relação entre crise social e ascensão neofascista – e mostrar como a música pode se tornar arma estratégica na batalha contra o racismo – este livro traça uma história vibrante e urgente da resistência que incendiou a Babilônia britânica.
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