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A arte é um grande negócio: alguns artistas conseguem cobrar somas enormes por suas obras, enquanto a grande maioria é ignorada ou descartada pela crítica. Este livro mostra que esses artistas marginalizados — a “matéria escura” do mundo da arte — são essenciais para a sobrevivência do mainstream e frequentemente se organizam em oposição a ele.
Gregory Sholette, um artista politicamente engajado, argumenta que a imaginação e a criatividade no mundo da arte se originam e prosperam no setor não comercial, afastado das galerias prestigiosas e das recepções regadas a champanhe. Essa cultura criativa mais ampla alimenta o mainstream com novas formas e estilos que podem ser mercantilizados e utilizados para sustentar os poucos artistas admitidos na elite.
Essa dependência, somada ao advento de tecnologias baratas de comunicação, áudio e vídeo, tem permitido que essa “matéria escura” do mundo da arte alternativa subverta cada vez mais o mainstream e intervenha politicamente, tanto por meio de novas quanto de antigas formas de arte pública não capitalista. Este livro é essencial para quem se interessa por arte intervencionista, coletivismo e pela economia política do mundo da arte.
Com grande vigor e senso de urgência, Gregory Sholette explora a economia da produção artística contemporânea em uma era de neoliberalismo e delineia as promessas e armadilhas de diversas táticas de resistência. Matéria Escura é um chamado às armas contundente para todos os trabalhadores da cultura.
— Julia Bryan-Wilson, autora de Art Workers: Radical Practice in the Vietnam War Era
Título Matéria escura
Autoria Gregory Sholette
Coordenação editorial | sobinfluencia Fabiana Vieira Gibim, Rodrigo Corrêa e Alex Peguinelli
Tradução Alessandro Funari
Revisão Hugo Maciel de Carvalho
Capa & Projeto gráfico Rodrigo Corrêa
Ano Setembro de 2026
Tipo Brochura/Lombada